Portugal à Vista em fevereiro

Mostra de curtas premiados Avanca Film Festival

O Curta-Se 17 mantém intercâmbio com o festival Avanca Film Festival há 5 anos.

Mais uma vez colocamos à disposição da população sergipana a mostra de curtas premiados do festival Avanca – PT, uma iniciativa do Cineclube de Avanca e da Casa Curta-Se.

 

Mostra Avanca – PT

 

A festa do nosso menino São Gonçalinho – de Pablo Sant’Ana (doc) – 19 min.festa-sgoncalinho

Este filme conta o conceito das festividades do São Gonçalinho celebrado em Aveiro, percorrendo as várias fases vividas durante esta celebração. O filme aborda igualmente a festa em que se transformam as tradicionais cavacas que do alto da capelinha são atiradas pelos devotos. Este é um filme que fala de uma das festas populares mais conhecidas da região e uma obra que procura preservar a memória viva da “festa das cavacas”.  menção especial no  Festival de Cinema de Avanca

 

 

 

Razão para zebras – de João Costa (documentário) – 25 min.

Sinopse/Synopsis
Através da opinião de várias pessoas ligadas ao foro íntimo e pessoal de Igor Chamada, obtemos uma visão sobre a obra do realizador e o seu último projecto sobre a felicidade, concebido em vários países da Europa.

 

 

Nocturna – Pedro Farate, 5´, 2014, Experimental – Avanca, Portugal

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Nocturna de Pedro Farate é uma curta-metragem portuguesa de ficção que em breves minutos mescla uma potencial transgressão a um encontro sobrenatural numa escola deserta… e durante a noite.
Ele entra na escola. Percorre os seus corredores e os seus espaços numa aparente busca incerta. É quando parece desistir que Ela aparece.
Num misto de filme de terror naquele que é um ambiente típico dos filmes do género… espaços desertos mas cheios de uma vida ausente durante uma noite escura e de filme sobrenatural com a presença de alguém já desaparecido que regressa para confirmar um amor que não encontra barreiras.
Sempre num silêncio cortante, Nocturna que se inicia com uma atmosfera de suspense e de mistério, termina com a vontade de confirmar um amor vivido, perdido e sofrido onde toda a viagem pelo interior daquela escola se revela, afinal, como os espaços comuns entre um jovem casal que – por motivos desconhecidos – se viu repentinamente separado.
Com a necessidade de se desenvolver para lá do formato argumentativo já conhecido, Nocturna capta um interessante estilo e noção de espaço – a escola que estando deserta durante a noite parece conter a alma de todos aqueles que durante o dia lá permanecem – mas peca pelo desfecho sobrenatural que depois de visto… se transforma em algo esperado.

Foi o Fio – Patrícia Figueiredo, 5’27”, 2014, Animação – Avanca, Portugal

Uma mulher novelo, uma velha mulher que passa os dias a olhar pela janela e uma vendedora de roupa caída dos estendais. Todas estão unidas por um fio. As três conduzem as acções de outras personagens e o inevitável destino de uma mulher com o marido às costas.

Deus providenciará – de Luís Porto (ficção) – 15 min

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Maria vive sozinha no interior do país numa aldeia recôndita. É uma mulher de fortes convicções morais e religiosas. Sozinha e isolada não tem como justificar uma gravidez súbita e indesejada.
À saída do hospital, onde lhe foi confirmada a gravidez, Maria não sabe o que fazer. “Como conciliar a exigência da religião com a sua vontade?”
Mas um acidente pode ser a solução – basta que permaneça quieta! Ninguém a poderia culpar por um acidente, pois não? Maria está sozinha.
Na igreja, Maria encontra o seu consolo e combate a solidão, mas o seu refúgio é agora o seu calvário.
O que falará mais alto: o medo da ostracização e do julgamento popular, o amor a Deus ou… o temor a Deus?  (-)

 

 

 

 

Landing – de Filipe Martins (experimental) – 16 min

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Caracteres metafóricos se cruzam em uma história contada através de gestos, corpo e lugares. Vida, do começo ao fim. E o grande conflito que atravessa esta rota é o pouso sempre incompleto: um desembarque que não será mais do que a chegada a um estado de coisas, uma imobilidade definitiva …
LANDING de Filipe Martins é um projeto híbrido entre o vídeo-dança e a narrativa ficcional, que também teve a sua estreia no Festival de Cinema de Avanca. A partir de uma interpretação do trabalho coreográfico de Né Barros, personagens metafóricas cruzam-se numa história contada através dos gestos, dos corpos e dos lugares. Neste filme, o grande conflito que atravessa este percurso da vida é o da aterragem sempre incompleta: a aterragem que não será afinal mais do que a chegada a um estado de coisas, a uma imobilidade definitiva. É o eterno conflito entre o arrebatamento das paixões e a aspiração oculta à serenidade, ao equilíbrio, ao conformismo e à morte. Este filme foi co-produzido pelo Ballet Teatro do Porto.

 

Sendas – de Raquel Felgueiras (animação) – 5 min. Portugal

Como escapar e sobreviver a experiências traumáticas? Uma mulher e dois irmãos dão-nos narrativas paralelas das suas viagens emotivas e regenerantes…

 

 

 

 

 

 

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