Em cartaz

Curta os Sergipanos, de 22 a 24 abril 2021

01. Abjetas 288. Dir. Julia da Costa e Renata Mourão. Ficção. SE. 20′. 12 anos.

Em um futuro distópico, Joana e Valenza fazem uma jornada à deriva por uma cidade nordestina. Através da música eletrônica e trilha ruidosa, as personagens nas andanças pelas ruas, performam o que sentem enquanto vivem nessa sociedade tentando entendê-la. Abjetas 288 trata sobre territorialidades, identidades e meritocracia, tudo com um tom irônico e se utilizando de elementos alegóricos que dialogam com a história popular de Aracaju.

02. Dois Peixinhos. Dir. Gabi Etinger. Animação. SE. 2020. 3’55”. Livre

Dois Peixinhos é o primeiro clipe da banda RX e Os Homens da Multidão. Em seu primeiro disco, o conjunto flerta com a literatura, explora ritmos e gêneros musicais diversos, além de buscar aproximação com técnicos e artistas de todos os segmentos da cadeia criativa local.

03. A Água não flui para trás. Dir Dominique Mangueira. Documentário Experimental. SE. 2020. 6’55”. 12 anos.

Pequenas encenações, performances, imagens de arquivo, fragmentos narrativos, reflexivos e poéticos acerca da infância, da maternidade e do isolamento social, abordados a partir do olhar subjetivo da diretora.

04. O Futuro é um vazio. Dir. Wesley Pereira de Castro. Documentário. SE. 2021. 10’19”. 14 anos

Um diário de quarentena, um registro de solidão e recorrentes tensões suicidas, em que a Arte surge como redenção o o fracasso como possibilidade aberta para novas tentativas de sobrevivência…

5. Olhos de fogo. Dir. Jade Moraes. Ficção. SE. 2019. 18′. 14 anos

Olhos de Fogo é uma adaptação do conto homônimo de Antônio Carlos Viana que conta a história de Maria, uma menina que sofre abuso dentro de casa com a conivência da mãe. Uma triste realidade que acontece todos os dias em nossa sociedade. O filme é um alerta do que pode acontecer quando o silencio predomina.

6. Nadir. Fábio Rogério. Documentário. SE. 2019. 15′. 12 anos.

Um olhar afetivo sobre o cotidiano de Nadir, mestra de cultura popular de uma comunidade quilombola do interior de Sergipe. A música de Nadir e seus silêncios.

7. Pataki . Dir. Everlane Moraes. Ficção. SE, 2019. 21′. 14 anos

Os peixes agonizam à beira-mar à medida que a água invade a cidade e forma espelhos que distorcem sua imagem. Na noite densa, quando a Lua sobe a maré, esses seres, que vivem uma vida diária monótona sem água, são hipnotizados pelos poderes de Iemanjá, a deusa do mar.

8. Cansei(o). Dir. Jandson Reis. Doc. SE. 2020. 2´13”. 12 anos.

Cansado da rotina e ansioso pela tão sonhada frágil liberdade ele deixa para trás um amor encharcado de tristeza.